sábado, 30 de maio de 2015




"Na escola onde trabalho, nos deparamos até mesmo com a falta de papel higiênico"
Publicada em 11:00 29/05/2015 - por: Guilherme Weimann
Renata Hummel, professora de sociologia na rede estadual há seis anos, relata as condições da educação no estado de São Paulo e explica os motivos da greve.
A equação é simples: professores em situação precária de trabalho + superlotação das salas de aula + falta de infraestrutura nas escolas = uma educação que traz poucas perspectivas para alunos e mestres.
Em greve há 77 dias, os professores seguem afirmando que “não tem arrego”. Conversamos com a professora Renata Hummel, que leciona sociologia há seis anos na rede estadual de ensino de São Paulo. Atualmente, ela divide seu tempo entre seus 700 alunos da zona oeste da capital.
Renata denuncia que, dentre os diversos problemas, as escolas convivem “até mesmo com a falta de papel higiênico”. Confira:
Brasil de Fato - Qual é a situação da educação no estado de São Paulo?
Renata Hummel - Como em outras áreas, a educação está passando por um desmonte, tanto na infraestrutura da escola como nos profissionais. Os professores têm um salário muito baixo, além de pouco investimento em sua formação. Eu, por exemplo, tenho 700 alunos. Como eu vou corrigir uma redação individual? A gente teria direito a um terço do salário para ficar fora da sala de aula realizando essas atividades, mas o governo não cumpre a lei do piso. Tudo isso somado gera uma situação muito complicada para a educação.
O governo paulista também divide a categoria nas formas de contratação. Como isso funciona?
O governo fragmentou a categoria na “sopa de letrinhas”, o que gera divisões de direitos entre os professores. A categoria O, como a mais prejudicada, não tem direito à rede médica, e sofre com a quarentena e duzentena. Na quarentena, o professor é impedido de pegar aulas por quarenta dias após alcançar um ano de contrato. Se atingir dois anos seguidos de contrato, ele é obrigado a passar duzentos dias sem pegar nenhuma aula. A duzentena é uma sentença de fome para o professor. E o governo não se envergonha em citar textualmente que essa medida é tomada para não gerar vínculo empregatício. 
No início o governo negou sua existência e posteriormente afirmou que sua motivação é política. Na sua opinião, esta greve é política?
O que não é politica? Eu dou aula de sociologia e um conceito básico é que tudo é política. Eu sempre converso com os meus amigos que até a forma como eu dou minha aula é política. O jeito como está configurada a escola é política. Por isso que não é apenas política partidária, longe disso. O que se coloca e o que se tira do currículo é política. Nesse sentido podemos afirmar que a greve é política.
Como está sendo o tratamento aos grevistas?
A primeira tática foi de negar a greve, apesar das 60 mil pessoas na Avenida Paulista toda sexta-feira. Posteriormente, conseguimos dois encontros com o secretário de Educação, com propostas que já haviam sido apresentadas na greve de 2013, mas que desde então não foram executadas. Além disso, cortaram o salário dos professores grevistas, o que fere um direito constitucional.
E quais são as reivindicações dos professores?
Reajuste salarial de 75%, porque não tem como sobreviver com o salário de R$ 12 por hora. Além disso, os professores reivindicam o fim da duzentena. A nossa ideia é conseguir efetivar toda a categoria, ou seja, acabar com essa “sopa de letrinhas” e conceder direitos iguais a todos. Também exigimos o fim do corte de verbas às escolas e do fechamento de salas, que causa uma superlotação com até 50 alunos em cada sala. Onde eu trabalho, nos deparamos até mesmo com a falta de papel higiênico. Também não temos folha sulfite, e o mato está nas alturas. E, por fim, a contratação de coordenadores para todas as escolas.
E como está a participação dos estudantes?
A participação estudantil está muito grande, estão comparecendo em todas assembleias. Acho que o grande diferencial dessa greve é a participação e a compreensão dos estudantes que nós não somos inimigos, mas que estamos do mesmo lado.

Notícias    

6 atitudes que NÃO promovem a igualdade étnico-racial dentro da escola


Publicada em 07:06 28/05/2015 - por: Juliana Gonçalves
1º Blackface não é legal

BLACKFACE
Ao trabalhar a temática evite pintar o rosto de crianças brancas com tinta preta/marrom. Além de ofensivo, essa atitude não ajuda na conscientização dos estudantes. Ao invés disso, chame para o centro da atividade os estudantes que realmente são negros. O/a aluno/a não-negro/a deve entender que tem um papel importante na construção de uma sociedade igualitária e na valorização da cultura afro-brasileira mesmo não sendo negro.
2º Palha de aço não é material didático
Não raro ainda insistem em representar o cabelo crespo com palha de aço em atividades escolares. O problema desse “recurso” é que “cabelo bombril” é justamente um dos xingamentos mais comuns usado contra negras e negros. Ou seja, uma forma depreciativa de se referir ao cabelo crespo. Ao invés disso, incentive as crianças negras a dizerem como gostariam de ter o cabelo representado – bolinhas de papel crepom, macarrão parafuso, desenho livre a mão, feijão preto etc.
3º Somos livres!
Zumbi
A escravidão deixou um legado de desigualdade indiscutível. Exatamente por isso, positivar a imagem do negro e da negra brasileira é tarefa constante e o primeiro passo é fugir da velha imagem do escravo acorrentado que aguarda passivo sua libertação. Ao invés disso, se for falar do passado, busque os reis e rainhas africanos/as e negros/as brasileiros/as que se destacaram na luta pela liberdade como Dandara, Zumbi, Luiza Mahin.
4º O cabelo é bom, ruim é o racismo
Cuidado ao se referir ao cabelo das crianças como “ruim , duro, pixaim”. No lugar use palavras como “crespo”. “enrolado”, “afro”.
5º Cuidado com a síndrome de senhorita Morello
 
Chris. Vocês negros têm uma capacidade incrível de dissimular. Vai ser ótimo ter um negro representante na peça!”
Mesmo sendo um seriado cômico, em um único episódio de “Todo mundo odeio o Chris” dá para entender o quão necessário é estudar sobre a cultura e vivências de um povo para não reproduzir estereótipos mesmo com “toda a boa vontade do mundo”, assim como a senhorita Morello.
6º Bibliografia: nada de parar no tempo
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É primordial atualizar a bibliografia que será trabalhada com alunos/as. Antes de começar, pesquise para ver o que encontra de opiniões sobre o livro/vídeo que pretende adotar em sala de aula. Há alguns livros que já são considerados ultrapassados ou problemáticos na abordagem de raça, então é bom estar atento/a.
Leia também


Fonte : CEERT



VIDEO

Cuidado com a fofoca, ela pode fazer você matar quem mais te ajuda!


Morre Pierluigi Piazzi, Fundador da Aleph   Escrito por   Delfin

O Terra Zero , apesar de Ser hum Sobre local de quadrinhos, NÃO PODE se furtar Uma FALAR, num domingo que começou Muito triste, Sobre a morte de hum dos nomos Mais influentes da ficção Científica no Brasil: Pierluigi Piazzi , cofundador da Editora Aleph . Na Manhã Deste domingo (22), A Família colocou o texto Que se segue na DELE Conta, no Facebook:   
E Com Muita tristeza that that comunicamos Nosso querido Pierluigi Piazzi, o prof. Pier, faleceu ESTA Noite. 

O velório Será Nenhum Hospital Albert Einstein, Não domingo, 22/03, das 9h00 às 20h00 como, e nenhuma Cemitério Horto da Paz (Itapecerica da Serra) a, na segunda-feira. Ex-Alunos, amigos, Leitores, Ouvintes, a FAS e trekkers, Todos Serao Muito vindos BEM.

A Família
Piazzi Nasceu em 29 de janeiro de 1943, na Cidade de Bolonha, na Itália, em plena Segunda Guerra Mundial. Mudou-se PARA O Brasil AOS doze ano de Idade. Por aqui, formou-se em Química Industrial, Pela Escola Técnica Oswaldo Cruz (ETOC) e em Física, Pela USP. Em 1980, Tornou-se hum Membro da Mensa
FOI no Mundo da informática Pessoal, Quando era o ramo AINDA Uma novidade, nos ano 1980, que se destacou de ELE Pela Primeira vez. O Primeiro editor da revista foi  MicroHobby , Umas ​​das Primeiras Publicações Especializadas em Computação no Brasil, Além de ter cofundado, com Elizabeth Fromer , um Aleph, editora Que, inicialmente, publicava Livros de Referência e de Formação Paragrafo Programadores de Computadores Pessoais no Brasil.

Dono de Uma didática invejável, ELE DEU UM Passo Importante NÃO Início dos Anos 1990, adicionando Ao Catálogo IMPORTANTES Livros de ficção Científica, Como  Neuromancer , de William Gibson , e O Jogo do Exterminador , de Orson Scott Card , Além de romances e Diversos Livros de Referência do universo de Jornada das Estrelas, em hum momento editorial NÃO Qual a Máxima estabelecida Décadas POR, que that ditada 'ficção Científica NÃO vendia', era AINDA Aceita Como Uma Verdade absoluta entre Editores brasileiros. Publicações estas serviram de base de Como Para Que , há cerca de dez anos, Uma editora paulista, Meio por do filho de Piazzi, Adriano Fromer Piazzi , reiniciasse Uma Publicação Científica de ficção no Brasil de hum MoDo consistente e PLANEJADO, O Que Tornou Uma editora hum Maior Casa publicadora Fazer Gênero no país .    
Paralelamente a ISSO, ELE foi parte da Equipe de radialistas da  Jovem Pan AM POR cinco professora ano o de Física e também colégio Nenhum  Anglo Vestibulares , Não qua lecionou Paragrafo cerca de cem mil Alunos em Mais de 30 Anos de Carreira. Além Disso, era exímio palestrante hum, algo Que se demonstrava claramente NAS famosas Convenções de Jornada nas Estrelas , realizadas nsa barbatanas de semana no Auditório Elis Regina, no Anhembi, Não definitiva do Século Passado. 
Sua jornal jornal Última investida foi hum neurolingüística, com Uma série de Livros Sobre o ASSUNTO Escritos de forma didática e Uma leve e que LHE conferiu, nos Últimos anos, hum Espaço de destaque entre OS Oradores e palestrantes Nacionais.
ELE era conhecido amigos Pelos Como Cais, Como Prof. Pier POR Alunos, Professores e educadores do País, e Como Comodoro Pier Pelos FAS das inesquecíveis trekkers Convenções.
Em SUA biografia mensan, Dizia Que, pretendia Morrer Definitivamente SOMENTE EAO 96 anos, baleado Por Um Marido ciumento, Como Bernard Shaw . De: Não foi, porem, desta forma que Shaw Morreu e, Como No Caso do escritor Irlandês, o destino de Pier resolveu Tomar Um Outro Caminho.   
Pier Morreu Vítima de Complicações decorrentes de hum Câncer, Nenhum dia MESMO Fazer Aniversario de William Shatner e No MESMO ano da morte de Leonard Nimoy , protagonistas do Sistema Operacional do seriado Cabelo Qual era apaixonado Mais. APENAS SE PODE especular se ISSO E UMA grande Coincidência cósmica. Mas, um dia em que ELE Neste Inicia Sua Viagem de Volta a Condição de Poeira de Estrelas, APENAS SE PODE Esperar Que este SEJA o Começo de Um Outro tipo de vida. Que ELA SEJA longa e Próspera.   
PiazzadeiPiazzi




Um grupo de Alunos Fazendo Uma colcha de Retalhos. Baseado na História.





Colcha de Retalhos






 Link: http://www.geledes.org.br/10-frases-que-precisamos-parar-de-falar-para-as-meninas-urgentemente/ (enviado via Shareaholic) 



ATIVIDADES DE ARTES PARA O ENSINO FUNDAMENTAL, INFANTIL, 1º, 2º, 3º e 4º ANO PARA COLORIR E IMPRIMIR, PINTAR    coisas pra ver
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